Educação
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A partir de uma parceria firmada entre o portal Domínio Público e o Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Linguística da Universidade Federal de Santa Catarina, sistematizaram, revisaram e disponibilizaram online para baixar toda a coleção digital do escritor brasileiro, Joaquim Maria Machado de Assis.

O projeto, que foi criado em 2008, também disponibiliza teses, dissertações e estudos críticos, e traz um vídeo sobre a vida do autor e sobre o contexto histórico em que ele viveu.

Além dos romances, “Ressurreição” (1872), “A Mão e a Luva” (1874), “Helena” (1876), “Iaiá Garcia” (1878), “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (1881), “Casa Velha” (1885), “Quincas Borba” (1891), “Dom Casmurro” (1899), “Esaú e Jacó” (1904) e “Memorial de Aires” (1908), a coleção engloba sua obra em conto, poesia, crônica, teatro, crítica e tradução.

Joaquim Maria Machado de Assis foi o primeiro escritor negro do Brasil é considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores, um dos maiores senão o maior nome da literatura do Brasil ao lado de Guimarães Rosa, nasceu em 21 de junho de 1839 e testemunhou a Abolição da Escravatura e a mudança política no país quando a República deu o golpe no Império.

Machado de Assis morreu em 29 de setembro de 1908, aos 69 anos de idade.

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) publicou no Diário Oficial da União no dia, 26/11, uma redução de 8,7% o valor anual estimado por aluno da rede pública em 2020.

Como o cálculo é diretamente relacionado ao índice do Piso Nacional, a portaria efetivamente zera o reajuste previsto para 2021. Outro grave impacto é a redução da complementação a Estados e Municípios, o que pode levar ao colapso de redes de ensino no próximo ano.

Com o valor anterior, o reajuste calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) a partir de janeiro deveria ser de 5,9%.

Junto com outras medidas de arrocho fiscal, como a LC 173, que congela salários e carreiras até 2022, a manobra projeta a desestruturação da educação pública.

O governo Bolsonaro também contingenciou mais de 90% do orçamento do MEC destinado à educação básica em 2020 – recursos executados do Fundeb – e propôs a supressão de outros R$ 5 bilhões da pasta para 2021.

O presidente também vetou dispositivos da Lei 14.040 que destinava recursos do “orçamento de guerra” da União para financiar a rede de educação durante e após a pandemia do coronavírus (Covid-19).

Os ataques à saúde pública são violentos em plena crise sanitária que soma mais de 170 mil mortos.

Desemprego recorde e ataque a estabilidade dos servidores públicos

Na contramão das políticas que possam recuperar a economia, o emprego e a renda no Brasil, num momento em que o desemprego atinge o número recorde de 14,6% e de inflação que desvaloriza a moeda e os salários do brasileiro o governo encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de reforma administrativa que ataca diretamente a estabilidade de servidores, e apontando para uma ampla privatização das políticas públicas essências como saúde e educação.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) destacou em seu site dois pontos práticos da Portaria Interministerial n° 3/2020:

1. Todos os municípios brasileiros que recebem complementação estadual do Fundeb e os entes públicos (estados e municípios) que recebem complementação federal terão que devolver parte dos recursos recebidos desde janeiro de 2020. Embora o lapso temporal seja contestável à luz de princípios do direito financeiro e de legislações orçamentárias, o prejuízo será inevitável e poderá gerar colapso em várias redes de ensino. Nem mesmo a expectativa de ganho com o percentual extra de 2% da complementação da União para 2021 será capaz de suprir as perdas com a presente redução de 8,7% no custo aluno ano do Fundeb 2020. E soma-se a esse cenário trágico a redução das receitas tributárias nos estados, DF e municípios e a relutância da União em repassar recursos extras para financiar a educação em todo o território nacional. Ou seja: ao invés de ajudar os entes subnacionais no momento da pandemia, o governo federal impõe mais uma grave restrição orçamentária às administrações públicas, que certamente não conseguirão reabrir as escolas, quiçá honrar os compromissos salariais com seus servidores públicos. Trata-se de uma conjuntura de caos fiscal e social motivada pela ingerência da União sobre o Fundeb, especialmente por não ter observado os prazos e condições previstos no art. 6º c/c art. 4º da Lei 11.494, fato que enseja gravíssimo crime de responsabilidade!

2. O piso salarial do magistério, que tinha atualização prevista na ordem de 5,9% para 2021, agora terá reajuste zero no ano que vem. E essa tendência de anular os ganhos salariais dos/as professores/as brasileiros/as segue na mesma direção da LC 173/2019. Caso a referida Portaria não seja revogada ou o Congresso não reveja a política de reajuste do Piso (fixando, por exemplo, o INPC + percentual de ganho real), será a primeira vez na história do Fundeb que os docentes da educação básica pública ficarão sem acréscimos em seus vencimentos, historicamente defasados sobretudo em comparação a outras profissões ou mesmo a docentes de outros países, conforme apontam as pesquisas da OCDE.

A mobilização da Sociedade Civil organizada juntos aos parlamentares do Congresso Nacional exige entre outras a aprovação permanente da lei de regulamentação do Fundeb, para assegurar expressamente a Lei 11.738 (piso salarial do magistério) até que outro dispositivo de valorização seja assegurado aos profissionais da educação. Essa medida é essencial para evitar quaisquer manobra que coloque em dúvida a vigência da Lei do Piso, em 2021.

 

 Escrito com informações: www.cnte.org.br

 

Na terça, 18/02, a deputada federal, Dorinha (DEM), apresentou o relatório da Comissão Especial que trata da PEC do Novo Fundeb (PEC 15/2015).Apesar de qualidades, como a defesa da destinação do dinheiro público para a educação pública e a constitucionalização do Custo Aluno-Qualidade, o documento contém problemas e limites para contemplar o financiamento adequado da educação pública.

O Fundeb atual acaba no dia 31 de dezembro de 2020 e sem a aprovação do Novo Fundeb mais de 156 bilhões vão ser desorganizado e mais de 40 milhões de matriculas ficarão descobertas.

Para uma melhor análise do relatório, vários parlamentares pediram vistas coletivas para ganhar tempo para estudar e estruturar o relatório.

Para o coordenador da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, um bom Fundeb teria que garantir recursos que universalize a educação pública com padrão de qualidade e condições para professores ensinarem e alunos aprenderem. Respeitar a tradição de distribuição de recursos e criar mecanismos equitativos para distribuir esses recursos, criando um sistema hibrido que combine com o que já vinha acontecendo a 20 anos como estratégia de distribuição de recursos e esse sistema dentro do relatório é uma conquista da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação.

Daniel lembrou que se formos contra isso as regiões mais afetadas com a falta de recursos será o norte e nordeste. Precisa-se garantir o aumento da participação do governo federal que hoje coloca 10 centavos a cada um real investido pelos estados.

Campanha Nacional Pelo Direito à Educação diz que relatório do novo Fundeb não garante escola de qualidade para todos
Daniel Cara é coordenador da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação

 

O relatório apresentado depois de muita pressão inclusive do mercado financeiro e entidades empresariais que atrapalham a educação, parlamentares que se dizem defender a educação, trabalham contra o percentual que era de 40%, ou seja, 40 centavos do governo federal por cada um real investido pelos estados que agora vai para 20%, ou seja, 20 centavos.

“É preciso garantir que o novo Fundeb seja capaz de valorizar os profissionais da educação, por isso é preciso aumentar os investimentos do Fundeb, constitucionalizar o Custo Aluno Qualidade (CAQ) para garantir um padrão de qualidade da escola pública, ou seja, uma escola com internet, quadra coberta, pintada, fardamento, merenda com qualidade, profissionais trabalhando com planos de cargos e carreiras, gratificações e bonificações”, afirmou Cara.

Escute o áudio:

Daniel Cara relatando os pontos de necessidade pra garantir um padrão de qualidade da educação brasileira.

 

 

Há um tempo determinado para cada coisa e cada etapa deve ser respeitada, assim é para tudo, inclusive para que a criança saiba que ela não namora, nem de brincadeira.

A criança tem que ser criança, viver o brincar, os jogos, os brinquedos, as casinhas, o pular corda e brincar de amarelinha e a convivência com seus pares da mesma idade, sabendo que incentivar o namoro entre crianças fará com ela se torne adultizada, pulando etapas tão importantes para o seu crescimento.

Esta alteração de comportamento antes da hora vai impedir a fase de compreensão e amadurecimento que é muito importante, e cada idade tem suas necessidades. A família deveria priorizar uma infância de brincar de verdade, de desenvolvimento puro e contente, e futuras ótimas lembranças! Criança precisa e, necessita de amigos! Incentivem seus filhos! Quando eles chegarem em casa falando de um menino, ou menina pergunte é seu, ou sua amiga? Nunca diga que é namorado ou namorada ! Incentivar atitudes que não são pertinentes à idade é errado, e mais errado ainda é incentivar os filhos dos outros.

O que os pais tem que saber é que a responsabilidade por transmitir isso aos seus filhos é sua, e não deve ser delegada à escola, aos professores. Hoje em dia as crianças ficam muito a mercê das novelas, que até na parte da tarde, transmitem cenas de sexo explícito e o beijo na boca é muito comum. A criança imita o que vê, o que a excita, o que a perturba, então… se ela está acostumada a ver cenas adultas ela vai querer representar e, se os pais, não ficarem atentos, com certeza a adultização acontecerá de forma precoce.

Encorajar a ideia de namoro em crianças pequenas é uma maneira de “adultização” infantil, ou melhor, o processo de acelerar o desenvolvimento das crianças, através da maneira de se vestir, se portar, escolhas de músicas e consequentemente coreografias adultizadas, não condizentes com a faixa etária, que remetam ao que não é aconselhável para uma criança e instigando a falsa imagem de que é normal e aceitável as crianças namorarem.

Não é fácil ser criança num mundo de adultos sem tempo e sem paciência! E por quê tornar isso mais difícil?

 

Do site Educadores Live | Escrito por Rejane Regio

 

Do Invertebrado - Na manhã do dia, 13/08, aconteceu a Paralisação Nacional que envolveu todo o país. O município de Iguatu localizado na região centro-sul do Ceará fez a convocação via Sociedade Civil Organizada e conseguiu mobilizar mais de 1.500 pessoas, entre eles estudantes, professores, trabalhadores de vários outros setores da sociedade, partidos, sindicatos e populares, para se manifestar contra os cortes financeiros, sucateamento e fim da Educação Pública do Brasil e também contra a Reforma da Previdência que acaba com a aposentadoria dos trabalhadores brasileiros.

A concentração aconteceu na praça Eleazar de Carvalho (praça da Caixa) no centro de Iguatu, o comboio de pessoas com faixa, cartazes e gritos de ordem, seguiram pelas ruas Floriano Peixoto, Eduardo Lavor, Avenida Agenor Araújo, até chegar a sede do INSS que fica na rua engenheiro Wilton Correia Lima no Prado.

A mobilização que seguiu o centro comercial recebia apoio dos diversos populares do comércio. “É um absurdo a forma como está sendo tratada a velhice do brasileiro por esse Bolsonaro, estou aqui na porta do meu comercio apoiando vocês”, disse a comerciaria, Carmezinda Alves.

O ato encerrou com falas e convites para o evento cultural que estava agendado para às 18h na praça da Matriz e contou com a participação de jovens que debateram a conjuntura nacional e a pouca falta de perspectiva de oportunidades no futuro com a remoção de direitos que ocorre hoje a república.

 

Mais de mil pessoas ocuparam as ruas de Iguatu na Paralisação do dia 13 de Agosto
O comboio de manifestantes seguia pelas ruas do centro recebendo apoio de populares e de comerciantes locais [FOTO: Rikáryo Mourão]

 

“Caso o governo continue não pensando no povo brasileiro como um todo, a juventude vai continuar na rua gritando pelos seus direitos, se não adiantar a massa popular ferida vai parar o país, digo isso baseado na história do próprio Brasil que se levanta contra tiranos sempre no último suspiro”, disse o estudante de pedagogia, Caio Souza.

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Do Invertebrado - Diante de uma série de ataques da política conservadora contra os direitos básicos do povo brasileiro, movimentos sociais, sindicais, partidos de esquerda e de centro, estudantes e cidadãos de todas as idades, estão indo às ruas de todo o país no próximo dia 13 de agosto.

Para termos ideia da necessidade do envolvimento de todos e todas, atualmente os cortes do governo federal no orçamento da educação chegam a R$ 6,1 bilhões até agosto de 2019 e ameaçam diretamente a qualidade da educação básica com o fim da estabilidade do Fundeb e provocam o sucateamento da universidade pública e a sua privatização com o Programa Future-se; a censura e os ataques à democracia e Constituição Federal já são uma realidade cotidiana com a possibilidade da Lei da Mordaça, perseguição aos servidores públicos, redução de salários dos professores, fim da aposentadoria por meio da Reforma da Previdência e as privatizações sem transparência de dados das empresas estatais brasileiras. Todos esses fatos são motivos para todas as pessoas pararem suas atividades por um dia e conclamar toda a população para somar forças em defesa do Brasil.

Participe do #13AGO #13AGOIguatu

No município de Iguatu-CE não será diferente, várias forças pensantes e populares se reuniram para mobilizar a população a se manifestar democraticamente no ato público que irá acontecer no próximo dia 13 de agosto, às 7h30 da manhã, com concentração na Praça Gonçalves de Carvalho (Praça da Caixa Econômica) localizada no centro comercial da cidade.

No período da noite a concentração acontece a partir das 18h na Praça da Matriz, com um ato político e cultural com manifestações culturais realizadas pelos artistas da nossa cidade.

O momento é pacifico e busca dialogar com a população sobre o conhecimento dos seus direitos que tem sido atacados nos últimos dois anos e mais fortemente nesse primeiro período de 2019, pelo governo do presidente Jair Bolsonaro.

#13AGO #13AGOIguatu

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Mobilização:

Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica de Iguatu (Sinasefe), Sindicato dos Guardas Civis Municipais de Iguatu (Sindiguarda), Centro Acadêmico de Pedagogia da FECLI, Mídia Livre Ceará, Centro Acadêmico de Serviço Social do IFCE, Consulta Popular, Levante Popular da Juventude, RUA Juventude Anticapitalista, Sindicato dos Servidores Públicos e Municipais de Iguatu (Spumi), Campo Democrático, Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU).