Unificação progressista segue sem Ciro Gomes que morre como peixe “pela boca” pelas besteiras que fala

Unificação progressista segue sem Ciro Gomes que morre como peixe “pela boca” pelas besteiras que fala

O blogueiro iguatuense Rikáryo Mourão, escreveu nesse sábado sobre o comportamento do presidenciavel Ciro Gomes (PDT) que segundo Mourão tem afastado aliados com as "besteiras que fala para aparecer". O blogueiro ainda afirma que a centro-esquerda está unificada mesmo com as suas diferenças e que o PT segue firme na candidatura de Lula junto com sua militância e eleitorado que aparecem firmes nas pesquisas.

Leia o texto completo abaixo.

O momento de ditadura que vive o Brasil a beira de uma campanha eleitoral deixa os setores da política, economia e cotidiano popular repleto de incertezas, medos e até visão curta de futuro.

A disputa eleitoral para presidente em 2018 possui vários perfis e nomes sem expressão e voto, diferente do capital eleitoral do ex-presidente Lula (PT-SP). Anônimos e nanicos como o candidato do setor autoritário que defende públicamente o racista, nazismo, xenofóbia e do estupro de mulheres bonitas, por mais incrível que pareça, esse humano aparece distante, mas em segundo lugar nas intenções de voto, o mesmo que defendendo o fim da democracia e volta da ditadura militar, tenta através da democracia subir a rampa do planalto. Os candidatos dos setores progressistas de centro e esquerda, como Manuela D’avila (PcdoB-RS), Boulos (PSOL) e Ciro Gomes (PDT-SP) aparecem timidamente nas pesquisas eleitorais.

Ciro em especial, mesmo com uma baixa constância de intenção de votos, tem tentado a todo custo aparecer e para isso ele exagera no que fala, se coloca como o esperto, sabe tudo e acaba se perdendo nas próprias palavras, afastando os possíveis partidos que poderiam somar na sua própria campanha. Afinal de contas quem Ciro pensa que é para falar as besteiras vive falando por aí? Desde de que fez o lançamento da sua pré-candidatura a presidente tem morrido como peixe “pela boca”. Vamos lembrar que ele ficou omisso no casa "Lula", no momento de somar com as forças, não apareceu e não disse uma palavra se quer em prol do povo e agora aparece com um rascunho de plano de governo com o imposto do cheque CMPF. Ciro Gomes na verdade sempre fletou o poder e para isso fica mudando de partido e se alocando na direita, depois na centro, querendo com toda sua pobreza de caráter dá uma de Leonel Brizola. A última delas foi tentar se aproveitar da situação de golpe de estado que vive o ex-presidente Lula e atacou, depois falou “Tenho pena da Gleisi Hoffmann”, e fica nos bastidores correndo atrás do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT-SP) e Jaques Wagner (PT-BA) e agora junto a imprensa criando factoides ao citar a senadora e atual presidenta do PT que não aceita suas propostas de acordo para uma possível união eleitoral entre as siglas. Não é pela vontade unica da Gleisi, diferente do Ciro ela respeita os filiados do partido, nunca viveu de partido de aluguel que o cacique manda, por sensatez e decencia Gleisi não respondeu Ciro e segue defendendo firme o que a militância do PT tem defendido e os mais de 54% da população tem dito nas pesquisas eleitorais “Lula Livre e Presidente” e isso tem incomodado pelo simples fato dele não decolar. O pior de tudo é Ciro se achar importante sem ser nada a não ser um ex-deputado federal pelo estado de São Paulo e um ex-governador RUIM do Ceará na sombra do senador tucano Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Leia abaixo as tentativas frutadas de Ciro ser candidato a presidente pelo PSB

Ciro Gomes diz ser candidato a presidência
Ciro em programa eleitoral do PSB elogia Lula
Ciro atira sua última pedra “A historia Acabou?”
PSB define, Ciro tá fora da campanha presidencial

A centro-esquerda unificada

Enquanto a república não decide aplicar a lei como manda a Constituição Federal, o ex-presidente Lula continua detido na sede da Polícia Federal (masmorra de tortura medieval da torga de Curitiba), do lado de fora as esquerdas (PCB, PCO, PSOL) e a centro-esquerda (PT, PC do B, PSB, PDT) seguem fortalecendo, dentro dos seus próprios conflitos, a ideia de unificação em nome de algo maior “o retorno da democracia e o fim da ditadura judiciária”, comoção da massa popular em torno de um projeto de povo e não do capital que atualmente manda e desmanda, tira direitos e acelera nesses poucos mais dois anos de governo Temer a matança das minorias (pobres, negros, indígenas, GLBTs, agricultores e etc...) no Brasil.

 

Reprodução: www.rmourao.com


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