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Após mais de 30 anos sem fazer shows ou lançar material inédito, a lendária banda sueca ABBA anunciou nesta quinta (27) que irá se reunir em 2018. Sem dar muitos detalhes, eles disseram que Agnetha Faltskog, Bjorn Ulvaeus, Benny Andersson e Anni-Frid Lyngstad farão uma “nova experiência digital”.

“Nossos fãs por todo o mundo estão sempre pedindo para nos reunirmos e espero que a nova criação dos ABBA os entusiasme da mesma maneira que me entusiasma”, afirmou Lyngstad. Em comunicado, Simon Fuller, do American Idol, que produzirá o trabalho a ser lançado pela Universal Music disse que o projeto irá “explorar um novo mundo tecnológico, com a realidade virtual e a inteligência artificial na linha da frente, que nos vai permitir criar novas formas de entretenimento e conteúdos que não poderíamos imaginar anteriormente”.

Fuller já atuou gerenciando a carreira de músicos e grupos como Annie Lennox, Spice Girls e Amy Winehouse.

*Escrito com informações do Virgula

Lygia Fagundes Telles foi indicada, nesta quarta-feira (3), pela União Brasileira de Escritores (UBE), à Academia Sueca para o Prêmio Nobel de Literatura deste ano. Para o presidente da UBE, Durval de Noronha Goyos, ela “é a maior escritora brasileira viva e a qualidade de sua produção é inquestionável”.

O nome de Lygia foi escolhido de forma unânime pelos diretores da UBE. A obra da autora já foi traduzida para o alemão, espanhol, francês, inglês, italiano, polonês, sueco e tcheco.

Entre os livros que mais se destacam estão os romances Ciranda de Pedra e As Meninas e a coletânea de contos Invenção e Memória. As Meninas ganhou adaptação para o cinema em 1995, com direção do cineastas fluminense Emiliano Ribeiro.

Assista ao filme As Meninas (completo)

Nenhum brasileiro conquistou o Nobel de Literatura até o momento, ainda que outros autores nacionais já tenham sido indicados à Academia Sueca ou tiveram seus nomes sondados para receber o prêmio, como Ariano Suassuna, Jorge Amado, João Cabral de Melo Neto e Ferreira Gullar.

Em 2015 a vencedora foi a bielorrussa Svetlana Alexievich.

Lygia Fagundes Telles, de 92 anos, recebeu vários prêmios ao longo da carreira, tais como o Camões (2005), e o Jabuti (1966, 1974 e 2001). Ela tem obras traduzidas para o alemão, espanhol, francês, inglês, italiano, polonês, sueco, tcheco, português de Portugal, além de adaptações de suas obras para o cinema, teatro e TV. Lygia fundou a UBE e faz parte do Conselho Diretor da instituição.

O Nobel de Literatura é o maior prêmio literário concedido desde 1901. É atribuído a um autor de qualquer nacionalidade que tenha uma produção de destaque no campo literário. A produção inclui a obra inteira desse escritor, seus principais livros, sua mentalidade, seu estilo e suas filosofias, não distinguindo uma obra em particular.

Algumas obras de Lygia:

Romance

Ciranda de Pedra, 1954
Verão no Aquário, 1964
As Meninas, 1973 (Prêmio Jabuti)
As Horas Nuas, 1989

Contos

Porão e sobrado, 1938
Praia viva, 1944
O cacto vermelho, 1949
Histórias do desencontro, 1958
Histórias escolhidas, 1964
O Jardim Selvagem, 1965
Antes do Baile Verde, 1970
Seminário dos Ratos, 1977
Filhos pródigos, 1978 (reeditado como A Estrutura da Bolha de Sabão, 1991)
A Disciplina do Amor, 1980
Mistérios, 1981
Venha ver o pôr-do-sol e outros contos, 1987
A noite escura e mais eu, 1995
Oito contos de amor, 1996
Invenção e Memória, 2000 (Prêmio Jabuti)
Durante aquele estranho chá: perdidos e achados, 2002
Biruta, 2004
Conspiração de nuvens, 2007
Passaporte para a China, 2011
O segredo e outras histórias de descoberta, 2012

Texto escrito com informação das agências

O documentário "Impacto Bomba Atômica em Hiroshima", esta ganhando a rede e deixando o governo norte americano de saias justas. Mesmo com o perdão do Japão, as sequelas do ataque covarde que matou mais de 500 mil civis japoneses nunca deixará de ser uma vergonha para o Tio San.

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